Em defesa do Brasil


Empresários brasileiros defendem continuidade das reformas; Pedro vê sintonia com PSDB

pedroO atual impasse político brasileiro não pode ser motivo para a paralisação das reformas. Essa é a opinião de dirigentes de importantes entidades empresariais, que concordam que é fundamental a manutenção da equipe econômica do governo do presidente Michel Temer, comandada pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles, e a continuidade das reformas que têm sido implementadas pela gestão.

Segundo reportagem publicada nesta terça-feira (23) pelo jornal O Globo, existe no meio empresarial uma confiança muito grande na manutenção da política econômica. “Isso é muito importante para o processo de travessia”, disse o presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), Antonio Carlos Pipponzi.

“O movimento dos mercados financeiro e de capitais inicialmente foi de retirada da precificação das reformas que os investidores de certa forma davam como certas. Houve depois certa reversão, mas é difícil falar como as coisas vão ficar”, acrescentou.

Já o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Base e Infraestrutura (Abdib), Venilton Tedini, destacou a importância da manutenção de reformas como a da Previdência e a modernização das leis trabalhistas para o desenvolvimento da economia do país. “A expectativa é de que o núcleo da equipe econômica seja mantido, para que a agenda de ajustes e reformas prossiga. Isso é importante principalmente para nós do setor de infraestrutura, que trabalhamos com projetos de médio e longo prazo”, considerou.

Para o deputado Pedro Cunha Lima (PB), as manifestações dos empresários brasileiros refletem as preocupações do próprio PSDB com os rumos da economia. “Tudo isso vai de encontro à manifestação formal do PSDB, que antes de declarar apoio ao governo do presidente Michel Temer, apresentou um documento colocando qual é a nossa maneira de enxergar essa agenda Brasil que precisamos implementar. Isso está acima de qualquer arranjo político-partidário”, apontou.

O parlamentar avaliou que é preciso fazer com que o Brasil reaja do ponto de vista econômico, para que também possa haver uma reação no âmbito social. “[As reformas] têm o respaldo do PSDB pela nossa maneira de pensar. Esse debate de reconstrução do nosso país não pode se submeter a qualquer momento político. A reação da crise econômica deve ser prioridade e precisa de uma resposta. A gente não pode submeter essa reação a qualquer cenário político que esteja imposto em nosso país. É uma responsabilidade que temos com o Brasil, com a nossa nação de maneira indistinta, sem qualquer confronto partidário, e que está muito acima de qualquer crise política. Deve ser a nossa prioridade”, completou o tucano.

(Da Agência PSDB/foto: Alexssandro Loyola)

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23 maio, 2017 Últimas notícias Sem commentários »

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