Relações Exteriores
Eduardo Barbosa destaca permanência do PSDB à frente da CREDN e elogia escolha de Bruna Furlan
O deputado Eduardo Barbosa (MG) elogiou a escolha do PSDB em indicar a deputada Bruna Furlan (SP) para a presidência da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN) em 2017. À frente do mesmo colegiado em 2014, o tucano destacou o potencial da nova presidente para conduzir os debates que ocorrerão ao longo do ano. A jovem parlamentar foi eleita por unanimidade nesta quinta-feira (23) e substitui o deputado Pedro Vilela (AL). Desde 2009, é a quinta vez que o partido comanda o colegiado.
Barbosa ressaltou que o PSDB assume mais uma vez a presidência entendendo a importância da comissão para fortalecer as relações do Brasil com os demais países, com ganhos para o desenvolvimento do país. “Já tivemos a oportunidade de presidi-la e entendemos a importância e estratégia desta comissão para dar sustentação a propostas inovadoras e ousadas de desenvolvimento”, diz o deputado.
Para ele, a escolha de Bruna Furlan traz questões muito positivas. Com a indicação, o partido revela à sociedade a capacidade da mulher no gerenciamento e nas articulações políticas. O tucano salienta o potencial da parlamentar pelo fato de ela ser engajada na área. Exemplo disso é o fato de ter presidido a comissão especial que discutia a nova Lei de Migração (PL 2.516/15), aprovada na Câmara e em tramitação no Senado.
“Isso trouxe para ela uma condição e uma sustentação que dê a possibilidade de ampliar os debates e discussões internacionais. A migração era um problema que envolvia e envolve e a maioria dos países. E ela estabeleceu uma excelente interlocução com todos os atores que estava trabalhando com esse tema mundial”, afirma o parlamentar.
Agora, a deputada assume a presidência de uma das comissões mais importantes da Câmara e contará com o apoio e solidariedade dos colegas da bancada. “Vamos estar com ela no dia a dia desse trabalho”, afirma. Para ele, em 2017 o desafio é estabelecer uma agenda propositiva com novos rumos para a política externa brasileira.
O tucano defende que a CREDN tenha sintonia com as propostas do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes Ferreira, que recentemente substituiu o também tucano José Serra (SP). “O Itamaraty, que antes estava esquecido e apagado, pois a política externa do governo anterior era centralizada no Palácio, agora retoma o seu protagonismo, com embaixadores e corpo diplomático altamente preparados para exercer suas funções”, concluiu.
(Reportagem: Sabrina Freire/foto: Alexssandro Loyola)
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